Bio, avatar, destaques, fixados e link precisam deixar lentes como foco principal e a avaliação como próximo passo.
Começar por: bio + 3 fixados.Plano de posicionamento · Instagram
Dr. Rodrigo
Fróes
Lentes de porcelana + Implantes
Objetivo: consolidar o Dr. Rodrigo como referência local em lentes de porcelana, mantendo implantes como segunda frente estratégica do perfil.
Como usar este playbook
Rodrigo precisa abrir esta página e saber exatamente qual é o próximo passo.
O material funciona como um roteiro de execução. Sempre que surgir dúvida sobre conteúdo, gravação ou perfil, a decisão deve seguir esta ordem.
Uma sessão quinzenal de 60–90 minutos, seguindo o mesmo enquadramento, tom de voz e estrutura de roteiro.
Prioridade: 4 vídeos de lentes.Os primeiros 9 conteúdos organizam a percepção. Depois, repetir séries de dúvidas, critérios, casos e consulta.
Regra: uma ideia e um CTA por peça.Acompanhar visitas, perguntas, conversas, agendamentos e temas que mais aproximam o paciente da avaliação.
Revisão: a cada 30 dias.Objetivo do posicionamento
O perfil precisa responder três perguntas: quem é Rodrigo, em que ele é especialista e por que confiar nele.
Hoje já existem bons ativos: fotos, vídeos, casos e presença clínica. O trabalho agora é organizá-los para que, em poucos segundos, o paciente entenda o foco do Rodrigo, a forma como ele conduz o tratamento e qual é o próximo passo.
Naturalidade, proporção, critérios de indicação, planejamento e limites.
Função, mastigação, alternativas, etapas e acompanhamento.
Quem é Rodrigo, como avalia e por que conversa antes de indicar.
Distribuição editorial sugerida para o primeiro ciclo. A proporção pode ser ajustada conforme agenda, demanda e prioridade comercial.
Mensagem que o perfil deve transmitir “Para lentes de porcelana em Parauapebas, o Dr. Rodrigo é um nome que transmite naturalidade, planejamento e critério. Implantes permanecem como uma segunda frente de atuação.”
Diagnóstico atual × direção proposta
Hoje existe conteúdo.
A proposta é transformar esse conteúdo em posicionamento.
À esquerda, o perfil como está hoje. À direita, a estrutura recomendada para deixar especialidade, autoridade e caminho até a consulta mais evidentes.
- A bio já comunica implantes, lentes e localização, mas ainda não deixa lentes claramente como prioridade.
- O feed reúne resultados, rotina clínica, conteúdo pessoal e materiais institucionais.
- Rodrigo aparece com frequência, mas ainda sem séries e fixados que organizem sua autoridade.
- Falta uma sequência clara que leve o visitante de interesse para confiança e, depois, para a consulta.
Cirurgião-dentista · CRO-PA 7798
Lentes de porcelana com foco em naturalidade
Implantes e planejamento individual
Parauapebas · Agende sua avaliação ↓
01 · RODRIGOCOMECEAQUI
02 · LENTESNATURALIDADECOMEÇA NO PLANO
03 · LENTESMEU CASOPRECISA?
ANTES?
EM DETALHE
PROPORÇÃO
07 · IMPLANTESPOR ONDECOMEÇAR?
EU MAIS OUÇO
09 · CONVITEAVALIAÇÃO EMPARAUAPEBAS
- Especialidade e cidade compreendidas em poucos segundos.
- Três fixados apresentam Rodrigo, lentes como foco principal e implantes como segunda frente.
- Destaques organizam dúvidas, casos, consulta e trajetória profissional.
- A grade conduz o visitante de educação e prova até o agendamento.
Princípios de comunicação
O conteúdo precisa transmitir
critério, clareza e presença profissional.
Critério antes do procedimento
Mostrar o que Rodrigo observa antes de indicar um tratamento: necessidade, função, estética, limites e alternativas.
Especialidade organizada por jornada
Lentes devem liderar a narrativa do perfil. Implantes entram como segunda jornada, com dúvida, avaliação, possibilidades, etapas e acompanhamento.
Rodrigo como voz do conteúdo
Mais explicações em primeira pessoa, com linguagem simples, ambiente real e exemplos do próprio atendimento.
Mostrar que cor, forma, proporção, mordida, saúde dos dentes e expectativa entram no planejamento.
CTA: entenda as possibilidades na avaliação.Explicar que o plano começa na avaliação da boca, função e alternativas possíveis.
CTA: peça uma avaliação com o Dr. Rodrigo.Rodrigo explica alternativas, etapas, limites e próximos passos antes da decisão.
CTA: conheça o processo de avaliação.Direção visual
Cada imagem deve reforçar
uma função do posicionamento.
O banco visual deve combinar autoridade, contexto clínico, proximidade e prova. A ideia é evitar fotos soltas e usar cada imagem com uma intenção clara.

Retrato profissional
Olhar direto, roupa formal e fundo limpo.
Usar em apresentação, avatar e conteúdos institucionais.
Explicação no consultório
Meio corpo, ambiente real e leitura profissional.
Priorizar lentes, naturalidade, planejamento e critérios de indicação.
Atendimento e processo
Rodrigo no ambiente em que recebe e orienta pacientes.
Ajuda a tornar a consulta mais familiar antes do primeiro contato.
Presença pessoal
Retrato próximo e natural para equilibrar autoridade com conexão.
Usar em conteúdos de bastidor, opinião e apresentação pessoal.

Explicação + prova
Os vídeos colocam Rodrigo como voz do conteúdo. Os casos reforçam prova, desde que o procedimento seja dele e exista autorização de uso.
O acervo da clínica pode servir de fonte, desde que autoria e autorização estejam confirmadas.
Autoridade
Explicação
Consulta
ProximidadeJá existe material suficiente para iniciar a nova fase do perfil.
O feed da Reabilitar reúne casos, sorrisos, cenas clínicas e conteúdos com participação do Rodrigo. Esse acervo pode acelerar a produção do perfil pessoal.
- Priorizar conteúdos em que Rodrigo aparece ou é o executor confirmado.
- Separar claramente conteúdo da clínica de conteúdo do posicionamento pessoal.
- Reaproveitar apenas materiais autorizados e com qualidade visual adequada.
Casos clínicos
Resultado gera confiança
quando vem acompanhado de contexto.
Antes e depois isolado chama atenção, mas não explica o raciocínio. Sempre que houver um caso do Rodrigo autorizado, a publicação deve apresentar contexto, avaliação, plano e resultado.
Como apresentar um caso do Rodrigo
- Autoria
- Tratamento executado pelo Dr. Rodrigo Fróes.
- Contexto
- Queixa geral + objetivo, sem expor dados privados.
- Avaliação
- Alternativas consideradas e critérios revisados pelo profissional.
- Plano
- Conduta escolhida, etapas e cuidados descritos com fidelidade.
- Publicação
- TCLE, material original, nome + CRO na peça e canal correto.

AUTORIA + AUTORIZAÇÃO CONFIRMADAS
Regra: publicar apenas casos executados pelo Rodrigo e autorizados para uso. Quando não houver caso validado, manter conteúdos de educação, processo e dúvidas.
Plano editorial inicial
Os primeiros 9 conteúdos devem
reorganizar a percepção do perfil.
Os três primeiros ficam fixados para apresentar Rodrigo, posicionar lentes de porcelana como foco principal e manter implantes como segunda frente. Os demais equilibram educação, prova, rotina clínica e convite para avaliação.
Priorizar o que precisa ser avaliado antes das lentes e, em segundo plano, dos implantes.
Respostas diretas para perguntas frequentes reais.
Escuta, avaliação, alternativas e próximos passos.
Dúvidas da audiência respondidas pelo próprio Rodrigo.
7 ganchos prontos — use estes primeiro
- Apresentação: “Eu sou o Dr. Rodrigo Fróes, cirurgião-dentista em Parauapebas...”
- Lentes: “Lente de porcelana não começa pela cor. Começa entendendo forma, proporção, função e o que faz sentido para o seu sorriso...”
- Naturalidade: “O resultado mais bonito é aquele que conversa com o rosto e não parece padronizado...”
- Implantes: “Quando alguém pergunta se pode fazer implantes, a primeira resposta não vem de uma foto...”
- Consulta: “Na avaliação, começo ouvindo o que a pessoa deseja mudar...”
- Dúvida: “Recebo muito esta pergunta: [dúvida real]...”
- Como decido: “Nem sempre o procedimento que a pessoa pediu é o que vou indicar...”
Guia de gravação
O Dr. Rodrigo não precisa improvisar.
Cada vídeo segue o mesmo método.
Antes de apertar REC, basta definir uma pergunta, uma ideia principal e um próximo passo. O objetivo é transmitir segurança e conhecimento sem parecer ensaiado ou distante.
Falar com convicção, sem pressa e sem promessas absolutas. A sensação deve ser a mesma de uma boa explicação dentro da consulta.
Trocar termos técnicos por exemplos que qualquer paciente entende. Uma ideia por vídeo. Frases curtas. Sem “odontologuês”.
Falar para uma pessoa, não para uma audiência. Ombros relaxados, mãos naturais e pequenas pausas entre as frases.
Usar tópicos como guia. Se errar, repetir apenas a frase. O vídeo precisa parecer uma conversa profissional, não uma leitura de teleprompter.
Como posicionar o celular antes de cada gravação.
- Formato
- Vertical 9:16. Gravar em 4K/30 fps quando o celular permitir; 1080p/30 fps já é suficiente.
- Lente
- Usar 1×. Evitar grande angular. Limpar a lente antes de começar.
- Enquadramento
- Plano médio, do peito para cima. Câmera na altura dos olhos. Deixar um pequeno respiro acima da cabeça.
- Distância
- Aproximadamente 1 a 1,5 metro do celular, mantendo o rosto como ponto principal do quadro.
- Luz
- Rosto voltado para janela ou luz suave a 45°. Evitar ficar de costas para janela e evitar somente luz de teto.
- Áudio
- Ambiente silencioso + microfone de lapela sempre que disponível. Fazer um teste de 10 segundos antes da sequência.
- Cenário
- Consultório real, limpo e com poucos elementos. Nada disputando atenção com o rosto do Rodrigo.
OLHOS NA LENTE
PEITO PARA CIMA
Referência: rosto central, olhos próximos ao terço superior e fundo clínico discreto.
Um Reel de 35–50 segundos em quatro blocos.
Se o assunto pedir menos tempo, comprimir o bloco de explicação. O começo e o fechamento continuam iguais.
- 0–3sGancho
Abrir com uma dúvida, erro comum ou afirmação direta. Nada de “Oi, pessoal”.
- 3–10sContexto
Explicar por que aquela dúvida importa para quem pensa em fazer lentes.
- 10–38sExplicação
Entregar 1 raciocínio clínico em linguagem simples, com no máximo 3 pontos.
- 38–50sFechamento + CTA
Concluir a ideia e indicar um único próximo passo: ver destaque, mandar dúvida ou agendar avaliação.
Vídeo 01 — “Lente não começa pela cor”
Use este roteiro como referência de ritmo. Rodrigo deve memorizar a ideia de cada bloco e falar com as próprias palavras.
- 0–3s“Lente de porcelana não começa pela cor.”
- 3–10s“Antes de pensar em branco, eu avalio o formato do sorriso, a proporção dos dentes e o que combina com o rosto.”
- 10–38s“Também observo função, saúde dos dentes e expectativa. É isso que define se lentes fazem sentido e qual caminho pode ficar mais natural para aquele caso.”
- 38–50s“Se você pensa em lentes, o primeiro passo é entender o seu caso em uma avaliação. A partir daí, a decisão fica muito mais clara.”
Base principal. Ótimo para dúvidas, critérios, naturalidade e opinião profissional.
Plano médio · 25–50s · consultórioA pergunta aparece primeiro e Rodrigo responde como responderia durante uma consulta.
Close ou plano médio · 20–40sComeçar pelo contexto e explicar o planejamento antes de mostrar o resultado autorizado.
Voz do Rodrigo + imagens do casoUsar imagens de atendimento, planejamento ou bastidor enquanto Rodrigo explica um conceito.
5–8 cenas curtas · narração limpaLista curta para explicar critérios sem transformar o conteúdo em aula longa.
3 pontos · 30–45sMesma linguagem e método, com menor frequência para preservar o foco principal em lentes.
Dúvidas + processo + funçãoPrimeira pessoa, raciocínio claro e linguagem humana.
Genérico, promocional e sem critério profissional.
1 sessão quinzenal de 60–90 minutos.
A meta é sair da gravação com material suficiente para alimentar duas semanas sem depender de improviso no dia a dia.
- 10 minPreparar
Luz, áudio, enquadramento, água, roteiro em tópicos e teste rápido.
- 30 minGravar lentes
4 vídeos: naturalidade, indicação, planejamento e dúvida frequente.
- 20 minGravar confiança + implantes
2 respostas rápidas + 1 vídeo de implantes como segunda frente.
- 15 minCaptar apoio
Consultório, caminhada, tela de planejamento, mãos, materiais, detalhes e fotos verticais.
- 10 minRefazer ganchos
Gravar 2 ou 3 versões dos melhores começos para facilitar a edição e os testes.
✓ Uma ideia principal
✓ Gancho nos primeiros 3 segundos
✓ Olho na lente e áudio limpo
✓ Sem promessa de resultado
✓ CTA único no final
✓ Caso clínico somente com autorização
Da atenção à consulta
O conteúdo precisa levar
a uma ação clara.
O objetivo não é apenas aumentar alcance. É fazer o visitante entender o foco do Rodrigo, confiar no processo e iniciar uma conversa com origem rastreável.
Pessoas da região alcançadas e visitas ao perfil.
Contatos únicos com interesse real, acompanhando separadamente lentes e implantes.
Agendamento, comparecimento e custo por consulta.
Quando houver registro real no CRM.
Plano de execução
90 dias para organizar,
publicar, medir e ajustar.
- 01Dias 1–14 · Organizar + treinar
Ajustar bio e link, selecionar acervo, configurar o padrão de gravação, fazer a primeira sessão guiada e publicar os 3 fixados.
- 02Dias 15–30 · Publicar
Completar a primeira grade, repetir a rotina de captação, iniciar séries recorrentes e distribuir os melhores conteúdos.
- 03Dias 31–60 · Medir
Comparar temas, formatos e chamadas para entender o que gera mais interesse e consultas qualificadas.
- 04Dias 61–90 · Ajustar
Reforçar os conteúdos que performam melhor, ampliar o banco de casos e planejar o próximo trimestre com base em dados reais.
O primeiro ciclo deve favorecer lentes de porcelana; implantes permanecem como segunda frente.
Confirmar procedimentos, formação e especialidades que podem ser comunicadas.
Leads, consultas, comparecimentos, vendas e origem dos últimos 90 dias.
Separar originais, autorizações e responsável pela aprovação de cada caso.
Organizar fotos e vídeos originais do Rodrigo em alta qualidade.
Definir link, mensagem inicial e identificação da origem Rodrigo.
Critérios para publicidade
Crescer o posicionamento com
segurança e credibilidade.
Casos do perfil devem ser de tratamentos executados pelo próprio Rodrigo.
TCLE específico antes de usar imagem, vídeo ou identificação do paciente.
Nome completo e CRO na peça clínica, conforme revisão responsável.
Resultado é individual. Evitar garantia, superioridade absoluta e diagnóstico por DM.
Referência do playbook: CFO, Resolução 196/2019, Código de Ética Odontológica e orientação publicada em 2026. A validação final de cada peça cabe ao cirurgião-dentista responsável e, em caso de dúvida, ao CRO-PA.